n8n vs Make: guia completo para comparar as plataformas

As plataformas de automação são essenciais para quem quer reduzir o trabalho manual, aumentar a eficiência e otimizar as operações. Elas permitem conectar diferentes aplicativos e serviços para criar fluxos de trabalho automatizados, economizando tempo e eliminando tarefas repetitivas.

Entre as diversas ferramentas de automação disponíveis, n8n e Make se destacam como duas opções populares. Ambas oferecem interfaces visuais para criar fluxos de trabalho e uma ampla variedade de integrações, mas atendem a necessidades diferentes em termos de preço, facilidade de uso e personalização.

Esta comparação é voltada para desenvolvedores, proprietários de pequenas e médias empresas e outros profissionais responsáveis por decisões técnicas. Se você procura uma ferramenta low-code para integrar aplicativos rapidamente ou uma solução mais flexível, com hospedagem própria, este guia apresenta os pontos fortes e as limitações do Make e do n8n para ajudar na escolha da plataforma mais adequada às necessidades do seu negócio.

Conheça o Make e o n8n

As plataformas de automação ajudam as empresas a automatizar tarefas, mas o Make e o n8n adotam abordagens diferentes. Entender a origem de cada ferramenta, suas principais diferenças e o público a que se destinam facilita a escolha da plataforma mais adequada às necessidades do seu negócio.

O Make surgiu em 2016 com o nome Integromat e logo ganhou popularidade como uma plataforma de automação no-code que permitia criar fluxos de trabalho complexos por meio de uma interface visual. Em 2022, passou a se chamar Make, com melhorias no design e nas funcionalidades, sem perder a reputação de ser uma ferramenta fácil de usar.

Lançado em 2019, o n8n é uma ferramenta de automação de fluxos de trabalho desenvolvida para quem precisa de mais opções de personalização e controle. Diferentemente da maioria das plataformas de automação na nuvem, o n8n permite a hospedagem própria, dando às empresas controle total sobre seus dados e fluxos de trabalho.

Principais diferenças

As principais diferenças entre o Make e o n8n estão na maneira como cada plataforma trabalha com automações:

  • O Make é uma plataforma SaaS baseada na nuvem, com uma interface intuitiva de arrasta e solta. É ideal para negócios que precisam integrar aplicativos rapidamente, sem programação ou configuração de uma infraestrutura de hospedagem.
  • O n8n pode ser usado na nuvem ou hospedado em infraestrutura própria. Oferece mais flexibilidade e possibilidades avançadas de personalização. Embora também tenha um editor visual de fluxos de trabalho, exige algum conhecimento técnico, principalmente para quem pretende gerenciar a própria hospedagem.
  • O Make é voltado principalmente para automações no-code, com funções e módulos prontos para usar. Já o n8n permite escrever código JavaScript personalizado nos fluxos de trabalho, oferecendo mais recursos para desenvolvedores.
  • Os modelos de preços também são bastante diferentes. O Make oferece planos de assinatura com diferentes limites de uso. O n8n, por sua vez, disponibiliza uma versão gratuita para hospedagem própria e uma opção paga na nuvem, com mais recursos.

Público-alvo

Cada plataforma atende melhor a determinados perfis de usuários:

  • O Make é indicado para pequenos negócios, equipes de marketing e pessoas sem conhecimentos técnicos que procuram uma ferramenta de automação fácil de usar e que não exige programação.
  • O n8n é mais adequado para desenvolvedores, usuários com conhecimentos técnicos e empresas que precisam de hospedagem própria por questões de segurança ou conformidade. Também é uma boa opção para quem busca possibilidades mais avançadas de personalização.

Se você está começando a trabalhar com automação de fluxos de trabalho, vale conhecer os conceitos básicos antes de escolher uma plataforma.

Interface e criação de fluxos de trabalho

A interface do usuário (UI) e a experiência de criação de fluxos de trabalho são fatores importantes na escolha de uma plataforma de automação. Embora o Make e o n8n ofereçam editores visuais, eles atendem a usuários com diferentes níveis de conhecimento técnico.

Interface

O Make tem uma interface moderna e intuitiva, que representa os fluxos de trabalho por meio de círculos conectados, chamados de módulos. Cada módulo representa um aplicativo ou uma função, e basta arrastar e soltar para criar conexões entre eles. A interface facilita a visualização do fluxo de dados entre as etapas, mesmo para quem não tem conhecimentos técnicos.

O n8n também tem uma interface visual semelhante a um fluxograma, mas com uma abordagem mais técnica. As etapas dos fluxos de trabalho, chamadas de nós, são conectadas por linhas que mostram como os dados passam de uma etapa para outra. A interface oferece mais opções e flexibilidade, mas pode ser mais complexa para iniciantes.

Curva de aprendizado

Quando o assunto é facilidade de aprendizado, o Make leva vantagem. A plataforma foi desenvolvida para pessoas sem conhecimentos técnicos, o que facilita a criação de fluxos de trabalho mesmo para quem nunca trabalhou com automação. É possível buscar integrações prontas, aplicar filtros e ajustar configurações sem precisar entender de programação ou da estrutura de APIs.

O n8n, por outro lado, tem uma curva de aprendizado mais acentuada, principalmente para quem pretende usar hospedagem própria ou desenvolver integrações personalizadas. Embora seja fácil usar templates prontos ou configurar fluxos de trabalho básicos, funções mais complexas podem exigir conhecimentos de JavaScript. Para quem já está familiarizado com conceitos de automação, porém, a flexibilidade adicional do n8n pode ser uma grande vantagem.

Editor de fluxos de trabalho

As duas plataformas oferecem ferramentas avançadas para criar fluxos de trabalho, mas seguem abordagens diferentes:

  • O editor de fluxos de trabalho do Make permite conectar módulos facilmente com o recurso de arrasta e solta, sem escrever código. Também inclui ferramentas integradas para configurar condições, tratar erros e agendar execuções. Os fluxos de trabalho podem ser testados etapa por etapa, facilitando a identificação e a correção de problemas.
  • O editor do n8n é mais voltado para desenvolvedores, com recursos para modificar dados de entrada e saída, escrever funções personalizadas e integrar APIs com maior flexibilidade. Seu editor visual oferece uma experiência low-code, em vez de no-code.

Facilidade de uso

  • O Make tem uma interface bastante intuitiva, principalmente para iniciantes e usuários do meio empresarial. Seu editor de fluxos de trabalho oferece orientações visuais que facilitam a criação de automações e reduzem a necessidade de conhecimentos técnicos.
  • O n8n também pode ser intuitivo para quem já tem familiaridade com tecnologia, mas é mais complexo. Como oferece mais opções de personalização, pode ser necessário consultar a documentação ou testar diferentes configurações com maior frequência.

Conhecimento técnico necessário

  • O Make exige pouco ou nenhum conhecimento técnico. Basta configurar os módulos e as conexões predefinidos.
  • No n8n, conhecimentos básicos de scripts ou APIs são úteis, especialmente para trabalhar com hospedagem própria ou criar fluxos de trabalho mais complexos.

Comparação dos principais recursos

O Make e o n8n oferecem recursos de automação de fluxos de trabalho, integrações e tratamento de erros. No entanto, diferem quanto à profundidade desses recursos, à facilidade de uso e à flexibilidade.

Recursos de automação

As duas ferramentas permitem automatizar processos conectando diferentes aplicativos, mas adotam abordagens distintas para definir a lógica e executar as automações.

  • O Make permite criar fluxos de trabalho com módulos prontos que definem ações e gatilhos. A plataforma oferece suporte a automações com várias etapas, incluindo lógica condicional, análise sintática de dados e ramificações complexas. Também é possível programar horários de execução, o que a torna uma boa opção para automatizar tarefas recorrentes.
  • O n8n oferece um sistema de automação mais flexível e voltado para desenvolvedores. Além do editor visual de fluxos de trabalho, permite adicionar funções personalizadas em JavaScript, manipular requisições de API e até interagir com bancos de dados. Para quem precisa de controle avançado sobre a lógica das automações, o n8n oferece mais flexibilidade que o Make.
  • Uma das vantagens do n8n é a capacidade de processar várias ramificações simultaneamente. No Make, a execução normalmente segue uma sequência de etapas, a menos que o processamento paralelo seja configurado explicitamente.
  • Diferentemente do Make, o n8n permite a hospedagem própria, oferecendo às empresas controle total sobre seus dados e infraestrutura. Essa possibilidade é especialmente relevante para organizações com requisitos rigorosos de segurança ou conformidade.

Opções de integração

A capacidade de se conectar a diferentes aplicativos e serviços é um dos principais recursos de uma ferramenta de automação.

  • O Make oferece mais de 1.500 integrações prontas com aplicativos populares, como Google Workspace, Slack, Shopify, WordPress e sistemas de CRM. Elas podem ser usadas diretamente, facilitando a conexão entre as ferramentas.
  • O n8n oferece mais de 400 integrações, mas compensa a quantidade menor com mais flexibilidade. É possível criar chamadas de API personalizadas ou escrever funções em JavaScript para interagir com praticamente qualquer aplicativo. Por isso, o n8n é uma opção mais adequada para empresas que utilizam softwares personalizados ou sistemas proprietários.
  • Ambas as plataformas oferecem suporte a webhooks, mas o n8n tem opções mais avançadas de integração com APIs, permitindo manipular as respostas diretamente nos fluxos de trabalho. Essa flexibilidade é útil quando é necessário ter controle preciso sobre a troca de dados entre sistemas.

Tratamento de erros

Um bom sistema de tratamento de erros é fundamental para manter as automações funcionando de maneira confiável. As duas plataformas oferecem recursos para lidar com falhas, mas adotam abordagens diferentes.

O Make conta com opções integradas de tratamento de erros, incluindo:

  • Mecanismos que permitem tentar novamente, de forma automática, as execuções que falharam
  • Tratadores de erros que permitem definir ações alternativas quando uma etapa falha
  • Ferramentas visuais de depuração que mostram em qual etapa do fluxo de trabalho ocorreu um problema

O n8n oferece mais flexibilidade no tratamento de erros, permitindo:

  • Usar nós Try-Catch para tratar exceções
  • Registrar erros para facilitar a depuração personalizada
  • Criar mecanismos personalizados de recuperação, como enviar alertas ou executar novamente tarefas que falharam de forma automática

O Make oferece uma experiência mais simples no tratamento de erros, enquanto o n8n permite criar estratégias de recuperação mais personalizadas.

As duas plataformas têm recursos avançados nessa área, mas a melhor escolha depende do nível de flexibilidade e controle técnico necessário para suas automações.

Preços e planos

O Make e o n8n oferecem opções gratuitas e pagas, mas apresentam diferenças na estrutura de preços, na escalabilidade e nas soluções destinadas a grandes empresas.

Plano gratuito

Ambas as plataformas oferecem opções gratuitas, cada uma com suas próprias limitações:

Plano gratuito do Make:

  • 1.000 créditos por mês. A maioria das ações executadas pelos módulos consome um crédito, mas alguns recursos podem consumir mais
  • Acesso limitado a aplicativos premium
  • Uso restrito a um único usuário
  • Intervalo mínimo de 15 minutos entre as execuções agendadas dos fluxos de trabalho

Plano gratuito do n8n (hospedagem própria):

  • Fluxos de trabalho e execuções ilimitados, já que a ferramenta funciona na sua própria infraestrutura
  • Sem restrições de integração com aplicativos
  • Exige hospedagem

O plano gratuito do Make é um pouco mais fácil de usar para quem está começando, já que a plataforma funciona na nuvem. Por outro lado, a versão gratuita do n8n é mais indicada para quem está disposto a gerenciar a própria infraestrutura, pois não impõe limites de uso. Para facilitar a configuração inicial, a Hostinger oferece um template que permite instalar o n8n com um clique em seus planos de hospedagem n8n, que custam a partir de R$ 29,99/mês.

Planos pagos

O Make oferece planos de assinatura com diferentes limites de créditos, enquanto o n8n Cloud cobra com base no número de execuções dos fluxos de trabalho. Os preços do n8n também variam conforme os recursos e a modalidade de hospedagem.

Planos pagos do Make (a partir de US$ 9/mês, cerca de R$ 45, com cobrança anual):

  • Limites maiores de créditos, começando em 10.000 por mês
  • Intervalos menores entre execuções, chegando a 1 minuto
  • Integrações avançadas e opções de suporte conforme o plano contratado
  • Recursos de colaboração em equipe nos planos superiores

n8n Cloud (a partir de € 20/mês, cerca de R$ 115, com cobrança anual):

  • Hospedagem totalmente gerenciada
  • Limite inicial de 2.500 execuções de fluxos de trabalho por mês
  • Recursos avançados de segurança e recursos dedicados
  • Domínio personalizado e ferramentas de colaboração em equipe nos planos superiores

Os planos pagos mais básicos do Make costumam ser mais acessíveis para pequenos negócios. Já a opção mais barata do n8n Cloud oferece maior flexibilidade, mas custa mais.

Opções para grandes empresas

As duas plataformas oferecem soluções corporativas para empresas de grande porte:

Make Enterprise:

  • Limites de créditos personalizados
  • Autenticação única (SSO) e conformidade com requisitos de segurança
  • Suporte e treinamento dedicados

n8n Enterprise (hospedagem própria ou na nuvem):

  • Acesso completo à API e fluxos de trabalho ilimitados
  • Hospedagem em infraestrutura local ou nuvem privada
  • Recursos avançados de segurança e suporte prioritário

Opções de segurança e implantação

A segurança e a flexibilidade de implantação são fatores importantes na escolha de uma plataforma de automação, principalmente para empresas que lidam com dados confidenciais. O Make e o n8n adotam abordagens bastante diferentes em relação à segurança, hospedagem e conformidade.

Recursos de segurança

Ambas as plataformas oferecem medidas essenciais de segurança, mas o n8n permite maior controle graças à possibilidade de hospedagem própria.

Make:

  • Criptografia de dados em trânsito com TLS 1.2 e 1.3
  • Controle de acesso baseado em funções (RBAC) para colaboração em equipe
  • Chaves de API seguras e autenticação OAuth para integrações
  • Atualizações regulares de segurança e monitoramento de ameaças

n8n:

  • A hospedagem própria permite controle total sobre as configurações de segurança
  • Suporte a métodos de autenticação personalizados, como tokens de API e SSO
  • Os dados podem permanecer na infraestrutura da empresa, reduzindo a exposição a terceiros
  • Atualizações de segurança para instalações com hospedagem própria, disponibilizadas pela comunidade e na versão Enterprise

Uma das principais vantagens do n8n é a possibilidade de executá-lo em um servidor próprio, em uma nuvem privada ou na infraestrutura local da empresa. Isso oferece maior controle sobre o armazenamento e o gerenciamento dos dados, algo especialmente importante para setores que precisam atender a requisitos rigorosos de conformidade.

O Make, por sua vez, funciona inteiramente na nuvem, com todos os fluxos de trabalho executados em seus servidores. Embora esse modelo seja mais prático, oferece menos possibilidades de personalização e controle sobre os dados.

Padrões de conformidade

Para empresas que precisam atender a exigências regulatórias, as duas plataformas oferecem recursos de conformidade:

Make:

  • Conformidade com o GDPR e o SOC 2
  • Dados hospedados em ambientes seguros na nuvem

n8n:

  • Pode ser implantado em ambientes que atendem aos requisitos da HIPAA, do GDPR ou de normas ISO
  • A hospedagem própria permite configurar o ambiente para atender a regulamentações específicas do setor

Casos de uso e implementação

O Make e o n8n oferecem recursos avançados de automação, mas os resultados dependem das necessidades específicas de cada negócio e dos desafios de implementação. A seguir, apresentamos situações comuns de uso, exemplos reais de sucesso e possíveis dificuldades que as empresas podem enfrentar ao adotar essas plataformas.

Casos de uso comuns

Automação de e-commerce:

  • Make: Sincroniza pedidos do Shopify e do WooCommerce com ferramentas de e-mail marketing, sistemas de CRM e plataformas de gerenciamento de estoque.
  • n8n: Permite criar integrações personalizadas com APIs de marketplaces, acompanhar pedidos em tempo real e desenvolver fluxos de trabalho personalizados para clientes.

Automação de marketing:

  • Make: Conecta Facebook Ads, Google Sheets e plataformas de e-mail para automatizar a geração de leads e o acompanhamento de contatos.
  • n8n: Oferece gatilhos avançados para campanhas, segmentação dinâmica de público e enriquecimento de dados por meio de APIs externas.

Suporte ao cliente e gerenciamento de tickets:

  • Make: Integra plataformas de atendimento, como Zendesk e Freshdesk, ao Slack ou a ferramentas de CRM, facilitando o gerenciamento de tickets.
  • n8n: Permite criar fluxos de trabalho personalizados para encaminhar tickets com IA e analisar dados de atendimento.

Sincronização de dados:

  • Make: Oferece conectores no-code para sincronizar bancos de dados e serviços de armazenamento na nuvem.
  • n8n: Permite transformar dados em tempo real e realizar interações complexas com APIs em fluxos de dados corporativos.

Histórias de sucesso

Make:

  • A Scentia, empresa especializada em serviços educacionais, enfrentava dificuldades para gerenciar a integração de novos clientes. Em parceria com a agência de automação Makeitfuture, implementou o Make para automatizar tarefas repetitivas, economizando aproximadamente 10 horas de trabalho por semana.
  • Uma construtora buscava melhorar os processos de envio e aprovação de propostas. Com o Make, automatizou todo o processo, desde a elaboração até a aprovação, aumentando a eficiência geral do fluxo de trabalho em 90% e reduzindo em 80% as ocorrências de erros humanos.

n8n:

  • A Bordr, empresa que ajuda pessoas a se mudar para Portugal, utilizou o n8n para automatizar seus fluxos de trabalho operacionais. Essa automação foi fundamental para transformar um projeto paralelo em um negócio de seis dígitos em poucos meses.
  • A Unbabel, uma das principais plataformas de operações linguísticas, utilizou o n8n para desenvolver um sistema avançado para gerenciar picos de demanda. Com ele, foi possível mobilizar rapidamente mais editores para validar traduções automatizadas, reduzindo a carga de trabalho nos períodos de maior demanda.

Desafios de implementação

Conhecimento técnico:

Make: Foi desenvolvido para pessoas com pouca experiência técnica e oferece uma interface fácil de usar. No entanto, pode não ter os recursos necessários para personalizações mais complexas.

n8n: Oferece amplas possibilidades de personalização, mas exige conhecimentos técnicos mais avançados, principalmente para configurar ambientes com hospedagem própria e desenvolver fluxos de trabalho complexos.

Hospedagem e manutenção:

Make: Funciona na nuvem, eliminando a necessidade de gerenciar a infraestrutura. Em contrapartida, oferece menos controle sobre a hospedagem dos dados.

n8n: Permite usar hospedagem própria, oferecendo controle total sobre os dados e as configurações de segurança. Nesse modelo, porém, o usuário fica responsável pela manutenção e pelas atualizações do servidor.

Escalabilidade e custo:

Make: Oferece planos com diferentes limites de uso, o que pode aumentar os custos conforme cresce a demanda por automações.

n8n: A versão com hospedagem própria pode ser mais econômica para grandes volumes de automação, mas exige investimento em infraestrutura e recursos técnicos.

Conclusão

A escolha entre Make e n8n depende das necessidades do seu negócio, do conhecimento técnico disponível e dos objetivos de automação. As duas plataformas oferecem recursos avançados para automatizar fluxos de trabalho, mas atendem melhor a diferentes perfis de usuários.

Escolha o Make se:

  • Você precisa de uma ferramenta de automação no-code, fácil de usar e com um editor visual de fluxos de trabalho.
  • Quer integrar rapidamente uma grande variedade de aplicativos, sem complicações.
  • Prefere uma solução totalmente gerenciada na nuvem, sem precisar cuidar da hospedagem ou manutenção.
  • Sua equipe inclui pessoas sem conhecimentos técnicos que precisam de uma interface intuitiva.

Escolha o n8n se:

  • Você precisa de hospedagem própria por questões de privacidade dos dados, conformidade ou segurança.
  • Busca mais flexibilidade para fazer personalizações avançadas nos fluxos de trabalho, integrar APIs e usar JavaScript.
  • Tem conhecimento técnico ou conta com uma equipe de desenvolvimento capaz de cuidar da implantação e manutenção.
  • Precisa de escalabilidade sem limites restritivos de uso, principalmente para executar automações em grande volume.

Os principais fatores que devem orientar essa escolha são:

  • Facilidade de uso: O Make é mais acessível para iniciantes, enquanto o n8n exige algum conhecimento técnico.
  • Hospedagem e controle dos dados: O Make funciona na nuvem, enquanto o n8n permite hospedagem própria.
  • Personalização e flexibilidade: O n8n oferece recursos mais avançados de personalização e criação de scripts.
  • Preços e escalabilidade: O Make cobra conforme o uso, enquanto a versão do n8n com hospedagem própria não impõe limites de execução.
  • Segurança e conformidade: O n8n é mais adequado para organizações que precisam manter os dados sob seu controle, em infraestrutura própria.

No fim das contas, a melhor opção depende das necessidades de automação, do orçamento e dos conhecimentos técnicos disponíveis. Para quem busca uma plataforma na nuvem, fácil de usar e com muitas integrações, o Make tende a ser a escolha mais adequada. Já o n8n é mais indicado para quem precisa de flexibilidade, hospedagem própria e recursos avançados de personalização.

Perguntas frequentes (FAQ) sobre n8n vs Make

Qual é melhor para iniciantes: Make ou n8n?

O Make é mais indicado para iniciantes porque oferece uma interface intuitiva que não exige programação, além de uma ampla variedade de integrações prontas. Como exige pouco conhecimento técnico, é uma boa opção para quem não é desenvolvedor e para pequenos negócios. O n8n também conta com uma interface visual, mas tem uma curva de aprendizado mais acentuada e é mais adequado para usuários com conhecimentos técnicos que precisam de personalização avançada ou hospedagem própria.

É fácil migrar do Make para o n8n?

A migração do Make para o n8n não é totalmente automatizada, pois as plataformas têm interfaces diferentes. No entanto, é possível recriar manualmente os fluxos de trabalho no n8n e transferir dados por meio de integrações com APIs. Se suas automações dependem muito de aplicativos personalizados e conexões de API, a migração exigirá conhecimentos técnicos, mas oferecerá mais flexibilidade a longo prazo.

O n8n é de código aberto e quais são as vantagens em relação ao Make?

Tecnicamente, o n8n não é uma ferramenta de código aberto, mas permite maior controle sobre a hospedagem, as configurações de segurança e a privacidade dos dados. Isso o torna uma opção adequada para organizações com requisitos rigorosos de conformidade. A plataforma também permite criar nós personalizados, fazer integrações mais avançadas com APIs e executar fluxos de trabalho sem limites de execução na versão com hospedagem própria. Por outro lado, exige conhecimentos técnicos, enquanto o modelo de hospedagem gerenciada na nuvem do Make é mais prático para quem prefere uma configuração rápida e simples.

Todo o conteúdo dos tutoriais deste site segue os rigorosos padrões editoriais e valores da Hostinger.

Faradilla, mais conhecida como Ninda, tem 10 anos de experiência como linguista e 5 anos como Especialista em Marketing de Conteúdo na Hostinger. Ela gosta de acompanhar as tendências em tecnologia e de ajudar as pessoas a resolver seus problemas. No tempo livre, Ninda gosta de estudar idiomas e ciências da vida, além de assistir a vídeos de animais. Conecte-se com ela no LinkedIn.

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