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Como criar um software do zero: guia passo a passo

Como criar um software do zero: guia passo a passo

Saber como criar um software do zero envolve seguir um caminho bem claro: primeiro você define o que quer construir, depois planeja a execução, escreve o código, testa tudo com cuidado e, por fim, coloca o produto no ar e mantém ele evoluindo.

Veja o passo a passo completo:

  1. Defina os requisitos do software e as funcionalidades principais
  2. Crie um plano de desenvolvimento do projeto
  3. Projete a experiência do usuário e a interface
  4. Estruture a arquitetura do software
  5. Desenvolva o software
  6. Teste bugs, performance e usabilidade
  7. Faça o deploy e coloque o software no ar
  8. Mantenha, atualize e aprimore o produto

Neste artigo, você vai aprender cada etapa de forma clara e amigável, mesmo se estiver começando. Além disso, vamos mostrar quanto custa criar uma plataforma de software e quais desafios você pode esperar ao longo do projeto.

1. Defina os requisitos e funcionalidades do software.

Os requisitos de software descrevem o que o sistema precisa fazer e como ele deve se comportar em diferentes situações para atender às expectativas de usuários e stakeholders.

Já as funcionalidades são recursos específicos (ações e ferramentas) que permitem que as pessoas interajam com o sistema e alcancem seus objetivos.

Requisitos e funcionalidades estão ligados, mas cumprem papéis diferentes. Veja a comparação:

AspectoRequisitosFuncionalidades
ObjetivoDefinir o que o software deve fazerMostrar como o usuário interage com o sistema
FocoComportamento, regras e lógicaInterface, ferramentas e ações
TipoFuncionais, não funcionais e de sistemaPrincipais, UI e UX
Como medirAtende expectativas de performance e comportamentoFunciona como deveria e é fácil de usar
ExemploPermitir que usuários redefinam a senhaBotão “Esqueci minha senha” na tela de login

Resumindo: os requisitos dizem o que o software precisa alcançar, enquanto as funcionalidades mostram como ele vai entregar esse resultado.

Para definir requisitos e funcionalidades com mais clareza, siga estas dicas:

  • Envolva stakeholders – converse com usuários, clientes e o time para entender o que o software precisa entregar.
  • Priorize necessidades – defina o que é essencial para o MVP e o que pode ficar para depois.
  • Documente de forma clara – use linguagem simples e específica para todo mundo entender o que deve ser feito.

2. Monte um plano de projeto

Um plano de projeto de software é o mapa completo para criar seu produto. Ele define o escopo, os objetivos, o cronograma, os recursos necessários e os riscos mais prováveis.

Com um bom plano, fica muito mais fácil manter o projeto dentro do prazo e do orçamento. Além disso, ele deixa claro quem faz o quê — evitando retrabalho e confusão no meio do caminho.

Os principais elementos de um bom plano de projeto incluem:

  • Objetivos do projeto – defina com clareza o que o software precisa alcançar. Use critérios SMART: específico, mensurável, alcançável, relevante e com prazo definido.
  • Declaração de escopo – descreva o que entra e o que fica fora do projeto. Isso evita “crescimento infinito” do escopo e mantém o foco nas entregas combinadas.
  • Estrutura analítica do projeto (WBS) – quebre o projeto em tarefas menores e mais fáceis de gerenciar. Assim, dá para distribuir responsabilidades e acompanhar o progresso.
  • Cronograma e marcos – crie um calendário realista com marcos claros para medir evolução e corrigir rota quando necessário.
  • Alocação de recursos – liste as pessoas, ferramentas e tecnologias que você vai precisar, garantindo que tudo esteja disponível na hora certa.
  • Estimativa de orçamento – calcule os custos de desenvolvimento, incluindo equipe, ferramentas e outras despesas. Isso ajuda a controlar investimento e gastos.
  • Plano de gestão de riscos – mapeie riscos possíveis e defina como reduzir ou evitar cada um. Planejar antes diminui interrupções no caminho.
  • Plano de comunicação – combine como o time vai compartilhar atualizações e informações. Rotina de alinhamentos e canais claros melhoram colaboração e transparência.

Crie o design de UX e UI do seu aplicativo

A principal diferença entre experiência do usuário (UX) e interface do usuário (UI) está no foco: o UX define como o produto funciona e como ele “se sente” ao ser usado, enquanto o UI cuida da parte visual — como o software aparece na tela e como o usuário interage com ele.

Um UX bem feito deixa o software mais intuitivo e alinhado às necessidades do público. Já uma UI bem desenhada facilita a navegação e torna a experiência mais agradável visualmente.

UX e UI são partes essenciais do design de software. Juntas, elas ajudam a criar um produto funcional, fácil de usar e com um visual que passa confiança.

Para conectar UX e UI na prática, o melhor caminho é criar um protótipo. A prototipagem de software consiste em montar uma versão inicial do produto para testar e validar suas ideias de design.

Com a prototipagem, designers e stakeholders conseguem explorar conceitos, identificar problemas de usabilidade e coletar feedback logo no início — reduzindo o risco de mudanças caras mais para frente no desenvolvimento.

4. Crie a arquitetura do software

A arquitetura de software define a estrutura de alto nível da sua aplicação. Ele funciona como o esqueleto do sistema, mostrando como os diferentes componentes estão organizados, como interagem e trabalham juntos.

Aqui estão os principais componentes da arquitetura de software:

  • Componentes – partes modulares do sistema, cada uma responsável por uma função específica. Por exemplo, em um e-commerce, componentes separados podem cuidar de autenticação de usuários, catálogo de produtos e processamento de pagamentos.
  • Interfaces – pontos definidos de interação entre componentes, geralmente por meio de APIs. Em uma plataforma de e-commerce, por exemplo, o componente de pagamento se conecta a um gateway externo via API, sem precisar “entender” como o gateway funciona internamente.
  • Fluxo de dados – os caminhos por onde os dados circulam dentro do sistema. Um fluxo bem definido ajuda a garantir que a informação chegue ao lugar certo, de forma segura e no tempo correto.
  • Ambiente de deploy – como os componentes serão distribuídos em servidores físicos ou em um VPS. Essa configuração impacta performance, escalabilidade e tolerância a falhas.

Projetar uma arquitetura de aplicação sólida é importante porque agiliza o processo de desenvolvimento. Isso também facilita o teste, a depuração e a atualização do software no futuro.

5. Desenvolva seu software

Nesta etapa, você escreve o código de verdade com base nas especificações do design. É aqui que o projeto começa a ganhar forma, escolhendo linguagens, frameworks e ferramentas que façam sentido para o que você precisa construir.

Veja o que você deve definir:

  • Linguagens de programação – escolha as que combinam melhor com o seu projeto. Por exemplo, Python é ótimo para análise de dados, enquanto JavaScript é muito usado para desenvolver web apps.
  • Frameworks e bibliotecas – são soluções prontas que aceleram o desenvolvimento. Frameworks como React ajudam no front-end, enquanto Django é bastante usado no back-end.
  • Ferramentas de desenvolvimento – aumentam a produtividade e facilitam o trabalho em equipe. IDEs como Visual Studio Code, controle de versão como Git e ferramentas de gestão como Jira são algumas das mais populares.

Nos últimos anos, a inteligência artificial também virou uma alternativa ao código tradicional. Ferramentas de programação com IA conseguem gerar trechos de código, sugerir melhorias e até escrever funções inteiras a partir de comandos em linguagem natural.

Esse modelo, muitas vezes chamado de vibe coding, permite que você foque no que realmente exige visão humana — como arquitetura e design — em vez de gastar tempo com tarefas repetitivas, como escrever sintaxe.

📚 Leitura recomendada

Confira nosso artigo sobre vibe coding para saber como ele se compara à programação tradicional em termos de velocidade de desenvolvimento, escalabilidade, segurança e mais.

6. Teste seu software

Testar um software é o processo de avaliar funcionalidade, performance e usabilidade para confirmar que tudo funciona como deveria.

Você pode usar diferentes tipos de testes, como testes funcionais, testes de usabilidade e testes de desempenho, para identificar problemas e coletar feedback.

O ciclo de testes geralmente segue estas etapas:

  1. Análise de requisitos – revise os requisitos para entender o que precisa ser testado e identificar ambiguidades ou informações faltando.
  2. Planejamento de testes – crie um plano com escopo, objetivos, recursos, cronograma e entregas do processo de testes.
  3. Criação de casos de teste – defina cenários detalhados com condições, entradas, resultados esperados e passos de execução.
  4. Configuração do ambiente de testes – prepare hardware, software e rede necessários para rodar os testes.
  5. Execução dos testes – rode os casos de teste, registre os resultados e compare com o esperado para encontrar diferenças.
  6. Registro e acompanhamento de bugs – documente falhas, defina níveis de gravidade e acompanhe a correção até a conclusão.
  7. Encerramento dos testes – avalie o processo, registre aprendizados e crie um relatório final com o resumo do que foi testado e os resultados.

Ao realizar testes de aplicativos, você encontra problemas cedo e corrige antes do deploy. Assim, o produto final chega ao usuário com menos falhas críticas e uma experiência muito mais confiável.

7. Faça o deploy e coloque o software no ar

O deploy de software é o momento em que você publica o sistema no ambiente final para que ele fique disponível para os usuários. Essa fase é essencial porque marca a transição do desenvolvimento para o uso real.

Veja os principais passos para lançar e fazer o deploy:

  1. Prepare o ambiente de deploy – configure a infraestrutura necessária, como servidores, bancos de dados e rede, para suportar o sistema.
  2. Instale e configure o software – envie o projeto para o servidor, dispositivo ou plataforma, garantindo que todos os componentes estejam instalados e configurados corretamente.
  3. Monitore o deploy – acompanhe o processo para identificar falhas ou problemas rapidamente.
  4. Verifique o funcionamento – faça smoke tests (testes rápidos) para confirmar que o básico está funcionando no ambiente ao vivo.
  5. Ofereça suporte aos usuários – ajude quem encontrar problemas e colete feedback para melhorias futuras.

8. Faça manutenção e melhore o produto

A manutenção de software envolve atualizar o sistema depois do lançamento para corrigir bugs, melhorar performance e acompanhar mudanças nas necessidades dos usuários ou na tecnologia.

Manter o produto evoluindo é essencial para que ele continue relevante, seguro e eficiente com o passar do tempo.

Os principais pontos dessa etapa são:

  • Correção de bugs – resolva erros e falhas que os usuários encontrarem para manter o software funcionando como deveria.
  • Adição de novas funcionalidades – inclua recursos que atendam novas demandas do público ou do negócio.
  • Ajustes com base em feedback – colete e analise opiniões reais para melhorar o produto com base no uso, não só em suposições.
  • Atualizações de segurança – aplique patches e melhorias para proteger o sistema contra vulnerabilidades e ataques.
  • Otimização de performance – deixe o software mais rápido e eficiente para melhorar a experiência de uso.
  • Escala do ambiente em produção – ajuste a infraestrutura para suportar mais usuários e mais dados, mantendo a estabilidade.

O que significa criar um software do zero?

Criar um software do zero significa desenvolver um aplicativo personalizado para necessidades específicas, em vez de usar soluções prontas do mercado.

A grande vantagem dessa abordagem é o controle total sobre funcionalidades, design e experiência do usuário — o que ajuda o produto a ficar alinhado com os objetivos do negócio.

Diferença entre um produto de software e uma solução

  • Produto de software – é um aplicativo pronto para uso geral. Exemplos incluem Microsoft Office ou Adobe Photoshop. Esses produtos são padronizados e não são feitos para necessidades específicas de uma empresa.
  • Solução de software – é um aplicativo sob medida, criado para resolver um problema específico do negócio. Um bom exemplo é um CRM personalizado, desenvolvido para atender o fluxo de trabalho de um time comercial. Normalmente, uma solução combina diferentes elementos, como software, serviços e processos, para resolver uma necessidade bem definida.

Casos de uso para startups, agências e organizações

  • Startups criam produtos únicos para se diferenciar no mercado e atrair usuários. O desenvolvimento sob medida permite iterar rápido e acompanhar mudanças no modelo de negócio. Exemplo: uma plataforma de marketplace ou um serviço por assinatura.
  • Agências desenvolvem ferramentas próprias para agilizar processos, melhorar a entrega para clientes e manter vantagem competitiva. Exemplos incluem dashboards de gestão de projetos e sistemas automatizados de relatórios.
  • Organizações criam ferramentas internas para automatizar processos, aumentar eficiência e resolver necessidades operacionais que softwares prontos não atendem bem. Por exemplo: sistemas de onboarding de funcionários ou plataformas de controle de estoque.

Quando vale criar um software em vez de comprar um pronto

Ao decidir entre desenvolver um software ou contratar uma ferramenta pronta, vale considerar estes pontos:

  • Necessidade de personalização – se sua empresa precisa de recursos ou fluxos que um software comercial não oferece, criar uma solução pode ser o caminho.
  • Controle e flexibilidade – um sistema próprio dá controle total sobre atualizações, integrações e escalabilidade, acompanhando a evolução do negócio.
  • Vantagem competitiva – um software sob medida pode trazer funcionalidades únicas que diferenciam sua empresa de concorrentes que usam ferramentas padrão.

Só tenha em mente que desenvolver um software também traz desafios, como investimento inicial maior, prazos mais longos e necessidade de manutenção contínua.

Mesmo assim, dependendo do cenário, pode sair mais barato no longo prazo do que pagar licenças recorrentes de soluções comerciais.

No fim, o ideal é comparar custos e benefícios com calma para escolher a abordagem mais adequada para o seu negócio.

Quanto custa criar um software?

Segundo a Saigon Technology, o custo para desenvolver software varia de US$ 20.000 a mais de US$ 200.000, dependendo de fatores como tamanho do projeto, complexidade e composição da equipe.

Segue abaixo um detalhamento dos custos de desenvolvimento de software:

Tamanho do projetoCusto estimadoDuração típicaExemplos
PequenoUS$ 20.000 – US$ 50.0002 semanas a 3 mesesMVPs, CRMs simples, sistemas de inventário, plataformas de tarefas
MédioUS$ 50.000 – US$ 200.0004 a 6 mesesEcommerce, CMS personalizado, plataformas SaaS, apps web/mobile integrados
GrandeUS$ 200.000+12 meses a 2 anosERPs, plataformas de BI, sistemas bancários e financeiros, nuvens personalizadas

Os principais fatores que influenciam os custos de desenvolvimento de software estão listados abaixo:

  • Escopo e complexidade do projeto – mais funcionalidades e integrações exigem mais tempo e especialistas, elevando o orçamento.
  • Tecnologias escolhidas – stacks avançados ou frameworks especializados podem aumentar o custo por exigir desenvolvedores com mais experiência ou licenças pagas.
  • Tamanho e expertise da equipe – equipes maiores com papéis especializados (frontend, backend, UX/UI, QA) aceleram o desenvolvimento, mas aumentam as despesas. A localização da equipe também importa — em algumas regiões, a hora de trabalho é mais cara do que em outras.
  • Prazo do projeto – prazos mais curtos normalmente exigem mais recursos ou horas extras, o que eleva os custos; prazos apertados também podem impactar a qualidade.
  • Manutenção e atualizações – suporte pós-lançamento, correção de bugs e evolução de funcionalidades fazem parte do custo total de propriedade do software, muitas vezes representando uma fatia significativa ao longo do tempo.

Equipes maiores podem acelerar entregas, porém elevam o orçamento. Times menores são mais econômicos, mas podem ter dificuldade em cobrir todas as especialidades ou manter o ritmo, o que pode atrasar entregas.

Na próxima seção, vamos explicar como montar um time de desenvolvimento de software, um dos fatores mais importantes para controlar esses custos de forma eficiente.

Como montar uma equipe de desenvolvimento de software?

Para montar uma equipe de desenvolvimento, o primeiro passo é entender quais habilidades o seu projeto realmente exige. Depois, você contrata os profissionais certos para cada função, de acordo com as necessidades do produto.

A equipe ideal depende da complexidade do projeto, do prazo, da stack de tecnologia e das ferramentas que você vai usar. Por exemplo:

  • Para um web app simples, pode ser suficiente ter um desenvolvedor full stack e um designer UX/UI.
  • Em plataformas com muitos dados ou soluções corporativas, você provavelmente vai precisar de funções extras, como DevOps e arquiteto de software.
  • Em produtos de fintech, é importante ter pessoas com experiência em compliance e segurança de dados.
  • Projetos com IA costumam exigir especialistas em machine learning e ciência de dados.

Uma equipe completa de desenvolvimento de software normalmente inclui as seguintes funções:

  • Product owner – representa stakeholders e garante que o produto esteja alinhado com os objetivos do negócio. Também prioriza funcionalidades e gerencia o backlog.
  • Project manager – acompanha o andamento do projeto, controla prazos e recursos e ajuda o time a cumprir entregas.
  • Analista de negócios (business analyst) – faz a ponte entre stakeholders e desenvolvimento, levantando e traduzindo requisitos do negócio.
  • Arquiteto de software – define a estrutura de alto nível do sistema e toma decisões importantes sobre tecnologias e frameworks.
  • Desenvolvedores – escrevem o código que dá vida ao projeto. Podem ser frontend, backend ou full stack.
  • Designers UX/UI – cuidam da experiência e da interface para que o software seja intuitivo e agradável de usar.
  • Engenheiros de QA (quality assurance) – testam o sistema, identificam bugs e verificam se ele atende aos padrões esperados.
  • Engenheiro DevOps – gerencia deploy e infraestrutura, garantindo que o software rode bem em produção.

Resumindo: uma equipe bem montada cobre todas as etapas do desenvolvimento — do planejamento e construção até testes e deploy.

Por outro lado, uma estrutura mal definida pode gerar atrasos, brechas de segurança e, no fim, um produto que não atende nem usuários nem objetivos do negócio.

Quais ferramentas de desenvolvimento eu preciso para criar um software personalizado?

Para criar um software sob medida, você vai precisar de um conjunto de ferramentas que cubra todo o processo de desenvolvimento.

Normalmente, isso inclui editores de código como Sublime Text e Notepad++, plataformas de controle de versão como GitHub, ferramentas de gestão de projetos como Jira, frameworks de testes como Selenium e sistemas de containerização como Docker e Kubernetes.

Com o avanço da IA, tanto desenvolvedores experientes quanto iniciantes já conseguem criar software com pouco — ou até nenhum — código. Você vai ver isso melhor na próxima seção.

Dá para criar um software sem programar?

Sim. Hoje é possível criar software sem programar usando ferramentas com IA. Essas soluções evoluíram muito e já permitem construir aplicativos funcionais mesmo sem experiência com código.

Um exemplo é a Hostinger Horizons, um criador de software com IA que permite desenvolver, personalizar e publicar web apps apenas descrevendo sua ideia em linguagem simples.

Se você quer criar um app de treino, um organizador financeiro ou um gerenciador de tarefas, basta escrever seu prompt — e o Hostinger Horizons gera o frontend e o backend do aplicativo.

E como ele roda na infraestrutura da Hostinger, você consegue colocar o projeto no ar com um clique, sem precisar contratar hospedagem separada. Também dá para conectar um domínio personalizado para que as pessoas acessem o app online.

Criar um software é difícil?

Desenvolver software costumava ser uma tarefa difícil porque exigia amplo conhecimento de programação e experiência técnica. Mas, com o surgimento de plataformas de baixo código e sem código, criar software ficou muito mais acessível, inclusive para quem está começando e não tem background técnico.

Quais são os desafios no desenvolvimento de software?

O desenvolvimento de software traz vários desafios — como requisitos pouco claros, mudanças constantes no escopo e testes insuficientes. Esses problemas podem causar atrasos, aumentar custos e, no fim, impedir que o projeto chegue ao lançamento com sucesso.

A seguir, veja alguns dos motivos mais comuns que fazem projetos de software falharem:

  • Requisitos pouco claros – quando metas e especificações não estão bem definidas, o time acaba criando algo que não atende às necessidades dos usuários nem os objetivos do negócio.
  • Comunicação e colaboração fracas – falta de alinhamento entre stakeholders, desenvolvedores e outras áreas gera ruídos, retrabalho e prazos estourados.
  • Pular a fase de MVP – ignorar o MVP pode levar a um produto “grande demais” cedo demais, com funcionalidades que não resolvem o que o usuário precisa, desperdiçando tempo e recursos.
  • Falta de recursos – orçamento limitado, ferramentas inadequadas ou escassez de profissionais qualificados travam o desenvolvimento, atrasam entregas e afetam a qualidade.
  • Testes insuficientes – quando a fase de testes é deixada de lado, bugs e problemas de performance passam despercebidos, reduzindo a confiabilidade do sistema e a satisfação do usuário.

Considerações finais: seu caminho para o sucesso

Criar um software do zero é desafiador. Mas quando você segue um processo bem estruturado — desde definir requisitos até manter o produto evoluindo com frequência — você constrói uma base sólida para lançar algo realmente bem feito.

E com a ajuda da IA, desenvolver software hoje pode exigir pouco ou nenhum código, o que torna esse caminho mais acessível até para quem não tem experiência técnica. Isso abre espaço para desenvolvedores solo e times pequenos criarem aplicações mais completas, sem depender de uma equipe enorme.

Se você quer transformar isso em um negócio, vale explorar ideias de software como serviço (SaaS) com bom potencial de lucro, como ferramentas de criação de conteúdo e mídia digital, sistemas de atendimento ao cliente ou soluções de automação de marketing.

Essas áreas oferecem ótimas oportunidades de inovação e crescimento. Com as ferramentas certas e uma estratégia clara, você consegue construir um produto sólido e crescer no longo prazo.

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Author
O autor

Bruno Santana

Jornalista formado pela Universidade Federal da Bahia e Especialista em Marketing de Conteúdo na Hostinger, onde atuo na criação e otimização de artigos úteis, envolventes e criativos em áreas como desenvolvimento web e, marketing. Além disso, sou colaborador eventual do site MacMagazine e da editoria de cultura do Jornal A Tarde, fascinado por arte, culinária e tecnologia.

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